A cidade de Maputo acolhe, nesta quarta e quinta-feira, 25 e 26 de Fevereiro, um workshop de capacitação subordinado ao tema “Reforço de Capacidades para o Diálogo Nacional Inclusivo, Resolução de Conflitos e Reconciliação em Moçambique”, dirigido aos membros da Comissão Técnica, dos Grupos de Trabalho sobre Reconciliação e Unidade Nacional e às organizações da sociedade civil.
O Instituto para a Democracia Multipartidária (IMD) defendeu, esta quarta-feira, em Maputo, que a reconciliação em Moçambique deve ser encarada como um processo profundo, colectivo e de longo prazo, que exige competências técnicas, sensibilidade política e compromisso ético por parte de todos os actores envolvidos no Diálogo Nacional Inclusivo.
A posição foi expressa pelo Director Executivo do IMD, Hermenegildo Mulhovo, durante a sessão de abertura do workshop subordinado ao tema “Reforço de Capacidades para o Diálogo Nacional Inclusivo, Resolução de Conflitos e Reconciliação em Moçambique”, que decorre nos dias 25 e 26 de Fevereiro, na cidade de Maputo.
A Suécia reiterou, esta quarta-feira, em Maputo, o seu compromisso em apoiar o processo de reconciliação nacional em Moçambique, destacando o reforço de capacidades técnicas e institucionais como um pilar central para a construção de uma paz sustentável e inclusiva.
A posição foi expressa pelo Embaixador da Suécia em Moçambique, Andrés Jato, durante a sessão de abertura do workshop sobre Reforço de Capacidades para o Diálogo Nacional Inclusivo, Resolução de Conflitos e Reconciliação em Moçambique, facilitado pela Folke Bernadotte Academy, agência do Governo sueco dedicada à promoção da paz, segurança e desenvolvimento em contextos afectados por conflitos.
O Vice-Presidente da Comissão Técnica do Diálogo Nacional Inclusivo (COTE), Alberto Ferreira, defendeu, esta quarta-feira, em Maputo, que o diálogo inclusivo constitui a base fundamental para a reconciliação nacional e para a implementação de reformas profundas no sistema de governação em Moçambique, sublinhando que a transformação do país deve ser alcançada sem recurso à violência.
A posição foi expressa durante a sua intervenção na sessão de abertura do workshop sobre Reforço de Capacidades para o Diálogo Nacional Inclusivo, Resolução de Conflitos e Reconciliação em Moçambique, que reúne membros da Comissão Técnica, Grupos de Trabalho e organizações da sociedade civil.
Teve lugar nesta quarta-feira, 18 de fevereiro, uma reunião técnica de coordenação entre a equipa de apoio ao Diálogo Nacional Inclusivo, a Fundação MASC, o IMD, o International IDEA e o PNUD, com vista a alinhar iniciativas e reforçar a coordenação do apoio ao processo.
O encontro serviu para uma análise conjunta das formas de maximizar sinergias, evitar a duplicação de esforços e assegurar um apoio mais articulado e coerente ao Diálogo Nacional Inclusivo. Os participantes sublinharam a importância de uma actuação coordenada entre os parceiros, tendo em conta a diversidade e a complexidade das matérias em discussão.











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