A deputada da Assembleia da República e membro da Comissão Permanente do órgão, considera a participação política da mulher é uma prioridade na agenda nacional. Sithole, falava durante a abertura da Sessão de Diálogo de Alto Nível entre Diplomatas e as Ligas Femininas dos Partidos Políticos, organizado pelo Instituto para Democracia Partidária (IMD), através da Academia Política da Mulher, tendo afirmado ainda que, historicamente, Moçambique sempre procurou garantir a não descriminação entre homens e mulheres, independentemente da esfera de actuação.
Alusivo ao dia internacional da democracia, que se celebra nesta quarta-feira, 15 de setembro, o Instituto para Democracia Multipartidária (IMD), organização da sociedade civil que actua no fortalecimento do sistema democrático considera que no que diz respeito a democracia, em Moçambique há avanços significativos, mas também reconhece que persistem desafios.
Num contexto, em que se exige intervenções sociais e gestão de programas baseada em resultados, o IMD organizou uma sessão de treinamento e troca de experiências entre os seus gestores de projectos, nesta segunda-feita (06/09).
O encontro que decorreu em modelo híbrido (presencial e online) tinha como propósito fazer uma atualização das ferramentas e abordagens voltadas a Monitoria e Avaliação e captação de resultados usando o Outcome Harvensting.
Nos últimos dias, o Instituto para Democracia Multipartidária (IMD), organização da sociedade civil moçambicana, tem sido vítima de ataques e campanhas de desinformação visando desacreditar a sua imagem, independência e transparência que norteiam as suas acções. Os alvos dos ataques têm sido a organização, os seus colaboradores directos e até iniciativas por si coordenadas. Estas campanhas são promovidas por pessoas mal-intencionadas as quais a organização desconhece.
A SOCIEDADE civil está a preparar uma proposta de revisão da Lei Eleitoral, que será submetida à apreciação da Assembleia da República (AR) na quinta sessão ordinária, que se reunirá a partir de Fevereiro de 2022.
Segundo o director-executivo do Instituto para a Democracia Multipartidária (IMD), Hermenegildo Mulhovo, a ideia é submeter a proposta logo no início da primeira sessão de 2022 para permitir a sua aprovação atempada, ressalvando que o debate do instrumento vai depender da agenda do Parlamento.











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