A cidade de Maputo foi palco, nos dias 19 e 20 de Junho de 2025, da conferência internacional “Moçambique e as Independências dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (1975-2025): os tempos e as utopias”, um evento que reuniu académicos, historiadores, antigos combatentes, estudantes e figuras históricas dos PALOP para celebrar meio século das independências nacionais e refletir sobre os seus legados.
A conferência foi organizada pela Faculdade de Ciências Sociais e Filosofia da Universidade Pedagógica de Maputo, com o apoio do Instituto para Democracia Multipartidária (IMD), reafirmando o seu compromisso desta organização com a valorização da memória histórica, a cidadania ativa e o fortalecimento da democracia.
O Presidente da Comissão Técnica para o Diálogo Político Nacional Inclusivo (COTE), Edson da Graça Macuácua, garantiu esta quinta-feira, 19 de junho, às mulheres das organizações da sociedade civil nacionais uma efectiva participação das mulheres no processo de diálogo nacional em Moçambique.
Falando durante a mesa redonda relativa ao tema “construindo pontes para o fortalecimento da participação das mulheres no Diálogo Nacional Inclusivo”, Macuácua explicou que a comissão estará aberta a acolher qualquer iniciativa de organizações de mulheres da sociedade civil e a responder positivamente a convites para participação, garantindo que as mulheres são parte importante e activa do diálogo.
A mesa redonda sobre a busca de mecanismos da participação activa da mulher no diálogo político nacional inclusivo teve a participação de diversas entidades estrangeiras. Entre estas, destaca-se a Embaixadora da Finlândia em Moçambique, Satu Lassila e a Coordenadora Residente das Nações Unidas, Catherine Sozi. Estas entidades defendem, igualmente, a não discriminação da mulher, não somente no diálogo político nacional mas também em todas as esferas decisórias nacionais baseando o seu posicionamento com experieêcias vividas em outros quadrantes.
A Embaixadora da Finlândia, Satu Lassila, sublinhou que “não pode haver inclusão verdadeira, nem desenvolvimento sustentável sem a participação plena das mulheres. Elas não devem estar a margem deste processo devem estar no centro”.
As organizações da sociedade civil (OSC) moçambicanas defenderam, esta quinta-feira, em Maputo, que a participação activa das mulheres no diálogo nacional e na implementação de políticas de paz é fundamental para consolidar a estabilidade e garantir que os direitos e as necessidades de toda a sociedade sejam efectivamente atendidos.
Este posicionamento surge no âmbito da mesa redonda que decorreu sob o lema “construindo pontes para o fortalecimento da participação das mulheres no Diálogo Nacional Inclusivo”, co-organizada pelo Instituto para a Democracia Multipartidária (IMD), a Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC) e o Mecanismo de Apoio à Sociedade Civil (MASC).
O Instituto para Democracia Multipartidária (IMD), através da Academia Política da Mulher, em parceria com a Fundação Mecanismo de Apoio à Sociedade Civil (MASC) e a Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC), realizam, nesta quinta-feira, 19 de Junho, uma mesa-redonda que visa fortalecer a participação das mulheres no Diálogo Nacional Inclusivo.
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