Uma delegação composta por representantes dos partidos FRELIMO, RENAMO e MDM e com apoio do Instituto para a Democracia Multipartidária (IMD) iniciou nesta segunda-feira, 27 de março uma visita de 4 dias ao Reino dos Países Baixos (Holanda), para troca de experiências. A visita tem como objectivo colher experiências das instituições democráticas do Reino dos Países Baixos em matérias ligadas a manutenção da paz, processos eleitorais, descentralização e governação democrática.
O Instituto para Democracia Multipartidária (IMD) e a Fundação Mecanismo de Apoio à Sociedade Civil (MASC) têm acompanhado com bastante interesse a implementação dos compromissos assumidos pelo Governo de Moçambique e a Renamo, tendo em vista o reforço da paz no país.
O Instituto para a Democracia Multipartidária (IMD) defende que, face à melhoria das condições de segurança que propiciam o retorno das populações em algumas zonas da província de Cabo Delgado, há necessidade de maior diálogo, com o envolvimento das lideranças comunitárias e grupos sociais, na reflexão sobre as condições básicas de vida destas populações com vista a salvaguardar os seus direitos, incluindo os direitos humanos.
Moçambique está a aplicar medidas para sair da “lista cinzenta” do Gabinete de Acção Financeira Internacional (GAFI), onde constam países com deficiências no combate ao branqueamento de capitais, financiamento ao terrorismo e o financiamento de armas de destruição em massa.
Falando nesta quinta-feira, na cidade de Maputo, na mesa-redonda sobre espaço democrático no contexto de prevenção e combate ao branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo em Moçambique, organizado pelo Instituto para a Democracia Multipartidária (IMD), Paulo Munguambe, Director dos Serviços Jurídicos, Estudos e Cooperação do Gabinete de Informação Financeira de Moçambique (GIFIM), disse que existe um comité criado pelo Governo que tem estado a trabalhar nas recomendações e que há progressos.
O Instituto para a Democracia Multipartidária (IMD), através da Academia Política da Mulher (APM), defendeu a necessidade de um contínuo fortalecimento de capacidades das mulheres a todos os níveis, para maior empoderamento político da mulher e consequente valorização e envolvimento dela na política e nos processos de tomada de decisão no País.











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